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O setor de base florestal em Santa Catarina recebeu um importante sinal de estabilidade jurídica e produtiva com o arquivamento do Projeto de Lei nº 0258/2024, que propunha a proibição do reflorestamento com Pinus elliottii na região da Coxilha Rica. A decisão ocorreu durante a Assembleia Itinerante da ALESC, realizada em Lages, e foi aprovada por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça.
A mobilização institucional contou com a participação de representantes do Sindimadeira, da Associação Catarinense de Reflorestamento (ACR) e de lideranças do legislativo estadual, consolidando uma articulação conjunta em defesa da atividade florestal sustentável e do desenvolvimento econômico regional.
O arquivamento do projeto mantém a continuidade de investimentos na silvicultura e assegura previsibilidade para toda a cadeia produtiva da madeira — desde o plantio até os processos industriais de transformação.
Santa Catarina possui uma das cadeias florestais mais estruturadas do país, com forte presença nos segmentos de serraria, painéis, celulose, energia e biomassa. A manutenção das áreas de reflorestamento é um fator determinante para garantir abastecimento de matéria-prima, competitividade industrial e geração de empregos.
Para a indústria de máquinas e equipamentos para madeira, a decisão fortalece o ambiente de expansão tecnológica, uma vez que a estabilidade da base florestal impulsiona a demanda por soluções de alta produtividade, automação e processamento eficiente.
O cenário também reforça o papel do manejo responsável e das práticas sustentáveis como pilares para o crescimento do setor, alinhando produção, conservação ambiental e desenvolvimento territorial.
Fonte: Sindimadeira – “Vitória para o setor! Arquivado o projeto de lei que proibiria o reflorestamento de Pinus elliotti na Coxilha Rica” (18/02/2026)
Fonte: https://sindimadeira.com.br/vitoria-para-o-setor-arquivado-o-projeto-de-lei-que-proibiria-o-reflorestamento-de-pinus-elliotti-na-coxilha-rica/